Organize os documentos para o imposto de renda 2017

O ano de 2017 está iniciando e neste período surgem as preocupações com a Declaração de ajuste do Imposto de Renda, que terá início em primeiro de março estendendo-se até o dia 8 de abril. Em tempos de crise, quem tiver direito à restituição, deseja receber logo no primeiro lote. Para isso é necessário organizar em uma pasta toda a papelada com antecedência para entregar a declaração logo no primeiro dia, assim, podemos aumentar as chances de sermos os primeiros a receber.

 

Seguem algumas dicas:

Empregados – O Informe de Rendimentos deveria ter sido entregue pelas empresas e órgãos públicos aos seus funcionários até o dia 31 de janeiro, mas caso isso não tenha acontecido, o empregado deve procurar o departamento pessoal da empresa para obtenção do documento.

Autônomos – Autônomos ou profissionais liberais que prestam serviços a pessoas jurídicas também deverão receber o Informe de Rendimentos. Recomenda-se fazer um controle e cobrar estes documentos dos seus contratantes. Omitir estas fontes pagadoras aumenta o risco de você cair na malha fina. Caso tenha prestado serviços a pessoas físicas, precisará do Livro Caixa com os registros dos recebimentos e pagamentos de sua atividade em 2016. O Livro Caixa permite que o contribuinte pague mensalmente o chamado Carnê Leão. No Livro Caixa, é possível deduzir a maioria das despesas do consultório ou do escritório, por exemplo.

Conta Corrente, Poupança e Aplicações financeiras – Os bancos devem enviar a seus correntistas e investidores o Informe de Rendimentos de suas aplicações. Neste documento, são informados os rendimentos e saldos das aplicações e contas correntes. Normalmente, os bancos disponibilizam o Informe de Rendimento em suas páginas na internet ou os enviam via Correios.

Gastos com Saúde – Despesas com consultas e tratamentos médicos, psicológicos, dentários e outros devem ser comprovados com recibos e notas fiscais. Deve-se tomar muito cuidado com estes gastos, pois costumam ser alvo da Malha Fina. Nos comprovantes, deve constar, obrigatoriamente, o nome do beneficiário do serviço e de quem está pagando. Muitos recibos são rejeitados pela fiscalização, simplesmente por não
evidenciarem o beneficiário do serviço. O fisco entende que o pagador e o beneficiário podem ser pessoas diferentes.

Planos de Saúde – Estes gastos também devem ser comprovados por meio das faturas pagas. Não há limite de dedução para estes gastos, porém, deve-se tomar alguns cuidados. Os gastos reembolsados pelas Operadoras não são dedutíveis, neste caso, o contribuinte deve descontar na hora do preenchimento da declaração. Outro alerta é de que você poderá ser questionado pela Malha Fina se além de pagar plano de saúde você apresentar recibos de pagamentos médicos, por exemplo. Você deverá ser capaz de explicar os motivos disso.

Gastos com Educação – A dedução destes gastos não é de 100%. Em
2016, este limite anual era de R$3.561,50 por dependente. A Receita ainda
não informou os novos limites.

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