Endividamento

Caro leitor, vamos continuar conversando sobre endividamento e as formas de solucionar o problema. Se a sua dívida for no cartão de crédito, lojas ou cheque especial, deve-se observar o seguinte: estes recursos para compras podem ser a solução para alguns problemas, mas normalmente transformam-se em ‘bicho papão’ quando não sabemos usá-los. Devemos sempre lembrar que o credor pode, a qualquer momento,entrar na justiça com uma ação de execução para obrigar o devedor a pagar. Engana-se quem pensa que, por pouca monta, o credor deixa de lançar mão deste direito, até porque o que hoje é um valor ínfimo, amanhã pode se transformar em um valor exorbitante. A negociação é o melhor remédio.
O devedor deve procurar o credor, informar-se do valor do débito, pedir a planilha e o contrato inicial que gerou o débito para saber se o que foi cobrado é o correto. Deve tentar um acordo para cancelar ou suspender o cartão, ou reduzir a dívida ou ainda, parcelar o débito.
É possível questionar em juízo os juros cobrados que não podem exceder a média do mercado divulgado no site do Banco Central. Pode-se questionar a aplicação dos juros capitalizados que são “juros sobre juros” e a multa cobrada por atraso que não poderá exceder a 2%, assim como outras tarifas que não estejam de acordo com a norma vigente ou que não constem no contrato.
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