Jogos Olímpicos e Meio Ambiente – Ações Propostas.

Diante da proximidade dos Jogos Olímpicos, realmente me preocupo com o aumento dos índices de contaminação do ambiente que nos cerca. As propaladas medidas de despoluição do Sistema Lagunar não serão implantadas e os sistemas viários estão sendo finalizados a toque de caixa.

Ao mesmo tempo, a chegada de visitantes estrangeiros está também cada vez mais próxima e, também diante ta ineficácia dos setores públicos de gestão ambiental, creio que seja de primordialç interesse de todos, a preocupação com a limpeza e com as perspectivas de aumento de potenciais de contaminação com eventuais novas ocorrências de problemas de saúde ambiental e humana.

Dessa forma, será de suma importância a educação ambiental de cada morador de nosso Bairro, no sentido de se evitar a criação de focos de propagação de vetores e até mesmo no que se refere à simples manutenção dos ambientes em condições mínimas de higiene. Já é de conhecimento generalizado que as últimas epidemias que aportaram no Rio de Janeiro (Zika e Chikungunya) podem ter vindo com as delegações polinésias durante a Copa do Mundo de Futebol da FIFA, ou mesmo com turistas de áreas contaminadas. Porém, as viroses se propagaram porque houve condições de proliferação dos mosquitos, fato que foi decorrente das condições ambientais deterioradas e da falta de manutenção ambiental adequada.

Dessa forma, é de suma importância que todos tenham consciência da necessidade de participação de cada um de nós no sentido de mantermos o ambiente que nos cerca em condições que não propiciem a propagação dos vetores de epidemias, tais como os mosquitos. Ao mesmo tempo, também é fundamental que as pessoas se preocupem com aspectos de higiene pessoal e com a interação saudável junto ao ambiente que nos cerca.

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Sistema Lagunar da Baixada de Jacarepaguá e seus Afluentes

Nos últimos dias, tivemos a confirmação de que não serão realizados a tempo, os trabalhos de despoluição do Sistema Lagunar da Baixada de Jacarepaguá. A área é imensa e engloba diversos segmentos de Jacarepaguá, Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Itanhangá.
Um dos argumentos utilizados foi a ausência de tempo hábil para a realização dos serviços necessários para que seja efetuada a limpeza do sistema. Na realidade, essa argumentação é muito falha e simplesmente desconsidera os Projetos pré-existentes para a área como um todo. Ao mesmo tempo, pode-se também notar a atuação da Polícia Federal no acompanhamento e controle dos trabalhos da Cedae na área, fato que jamais aconteceu.
O fato mais importante diz respeito à ausência de mudança de hábitos de toda a população da região, assim como a falta de fiscalização por parte das autoridades competentes. Os sistemas de esgoto de toda a área se encontra saturado e é cada vez maior a probabilidade de um colapso total em todo o Sistema Lagunar da Baixada de Jacarepaguá. Os afluentes que abastecem esse sistema lagunar estão cada vez mais poluídos, as pessoas e as empresas simplesmente ignoram o problema e continuam a jogar todo tipo de resíduo nos rios da região. Da mesma maneira, as autoridades ambientais que atuam na região aparentam não saber quais atitudes devam tomar para solucionar os crescentes problemas de poluição hídrica de toda a área. Legislação específica existe, só não consigo compreender porque não é aplicada.
Com a tendência de elevação da temperatura ambiente, a atividade biológica também tende a aumentar, o que com certeza irá intoxicar todo o manancial hídrico da região, fato que seguramente irá causar cada vez mais mortandades de peixes, aves e demais organismos aquáticos.
Assim sendo, chego à conclusão de que estamos vivenciando a lenta e gradual morte de todo o Sistema Lagunar da Baixada de Jacarepaguá. Isso será uma grande perda ambiental para todos os moradores e visitantes da região.
Mesmo diante de todos os instrumentos legais e de meios financeiros para solucionar o problema, mais uma vez devemos ter consciência de que ainda não é chegado o momento de vivermos numa região mais saudável. Beleza natural, temos de sobra… porém muito provavelmente seremos meros observadores de nossa Natureza Morta.

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Poço de água em Fukushima registra recorde de radioatividade

A radiação alcançou um nível recorde em um poço de água situado na usina nuclear de Fukushima, perto da cisterna que sofreu um vazamento de 300 toneladas de água tóxica em agosto, anunciou a Tepco, a companhia que opera a central.

A Tokyo Electric Power (Tepco) assinalou que a radiação detectada em amostras de água dessa piscina, na quinta-feira (17), era de 400 mil becquerels de substâncias emissoras de raios beta por litro.

É o nível mais alto desde o acidente nuclear ocorrido em março de 2011 em consequência de um tsunami.

Nas amostras extraídas em dias anteriores, o nível era de apenas 60 a 90 becquerels por litro.

O vazamento da cisterna foi descoberto em agosto. A Tepco disse que, desde então, retirou toda a água dessa cisterna e a terra ao redor.

“Podemos ter tirado a maior parte da terra contaminada, mas talvez não todos os materiais radioativos”, admitiu Masayuki Ono, porta-voz da Tepco, explicando que as fortes chuvas dos últimos dias podem ter arrastado materiais contaminados para o poço.

Depois do acidente de março de 2011, a Tepco jogou milhares de toneladas de água nos reatores para esfriá-los.

A água radioativa está armazenada em cerca de mil cisternas, apesar de a companhia admitir que houve vazamentos para o mar. (Fonte: G1)

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Índice de radiação em amostra colhida em Fukushima aumenta

A empresa responsável pela usina nuclear de Fukushima, Tokyo Electric Power (Tepco), detectou um aumento significativo nos índices de radiação em amostras de água do mar recolhidas em um dos poços de observação próximo dos reatores.

Um porta-voz da Tepco confirmou à Agência “EFE” nesta quinta-feira (10) que os dados mostram ‘alta densidade de trítio e estrôncio’ nesse ponto de observação, em que foram recolhidas amostras de água do mar da área do porto situado em frente à central nuclear.

Nas amostras recolhidas nesta quarta-feira na área do reator 2 foram detectados até 830 becquerels por litro de césio 137, o nível máximo em dois anos nesse ponto, e muito acima dos 64 becquerels por litro registrados no dia anterior.

A Tepco atribuiu esse aumento à possibilidade que os trabalhos para melhorar a pavimentação no lugar, onde aconteceu um vazamento com alta concentração radioativa há dois anos, tenham elevado as leituras.

Nos dois últimos anos, as amostras recolhidas neste ponto tinham caído consideravelmente, com a exceção de picos pontuais de alta radiação, detalhou o porta-voz.

Nos trabalhos mencionados pela Tepco, os técnicos de Fukushima injetaram produtos químicos no solo entre os reatores e o mar para solidificar o pavimento e evitar o vazamento de água subterrânea para o oceano, um trabalho que provavelmente movimentou a terra contaminada e elevou os índices radioativos da água.

No entanto, a empresa assegurou que ‘vai continuar observando a situação’, mesmo sem que ela tenha provocado ‘uma mudança significativa’ em outras áreas próximas dos reatores nucleares.

O porta-voz confirmou à “EFE” que, por enquanto, não ‘há nenhuma novidade’ em relação ao estado dos seis funcionários que ontem tiveram contato com a água contaminada proveniente de uma tubulação do sistema de filtragem da usina, por causa de um erro humano.

O incidente de ontem foi o quarto desse tipo na central em apenas uma semana, o que provocou fortes críticas da autoridade nuclear japonesa, exigindo um melhor controle e que a empresa resolva o grave problema dos vazamentos na usina. (Fonte: G1)

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Seis trabalhadores de Fukushima são contaminados por radioatividade

A operadora Tepco, que administra a Central Nuclear de Fukushima, no Japão, confirmou nesta quarta-feira (9) que seis de seus trabalhadores foram expostos a material radioativo. As informações foram veiculadas pelas agências internacionais de notícias Efe e Reuters
A exposição ocorreu quando água contaminada vazou por causa de um erro humano.

O porta-voz da Tepco revelou que várias toneladas de água contaminada vazaram nesta manhã, depois que um operário retirou um cano do sistema de tratamento do líquido radioativo que se acumula nos tanques de armazenamento.

Pelo menos sete toneladas acabaram entrando na área em que os operários estavam. Não há ainda informações sobre o estado dos funcionários afetados tampouco como e onde eles estão sendo tratados.

A operadora que administra o complexo vem sendo fortemente criticada pela agência nuclear reguladora do país pela forma como tem lidado com a crise nuclear.

A central atômica já sofreu diversos acidentes e explosões desde março de 2011, quando foi danificada por um potente terremoto e um devastador tsunami. (Fonte: G1)

Também por conta de eventos como esse, o Complexo Angra me deixa muito apreensivo. Sinceramente, não compreendo por quais motivos o Brasil ainda insiste nessa matriz energética. Temos tantas opções muito mais seguras…

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Vinte e três toneladas de água radioativa transbordam em Fukushima

A empresa que gerencia a usina nuclear acidentada de Fukushima anunciou nesta quarta-feira (2) que 23 toneladas de água da chuva parcialmente contaminada transbordaram de uma área de reservatórios de líquido radioativo, destacando a descoberta de gotas na parte superior de uma cisterna.

Um tufão raspou o arquipélago do Japão nesta quarta-feira, provocando fortes chuvas no leste do país. Os temporais não pouparam o complexo atômico devastado por um terremoto seguido de tsunami em 11 de março de 2011.

Essa água de chuva se acumulou nas áreas onde estão instalados os reservatórios, os quais são cobertos com uma laje de concreto e cercados por uma mureta com certa de trinta centímetros.

Segundo a Tokyo Electric Power (Tepco), a água foi tanta que transbordou a pequena barreira e penetrou no solo ao redor.

Medições feitas na água residual revelaram um nível de raios beta relativamente fraco, de 15 becqueréis por litro. O total de césio radioativo alcançou, por sua vez, 33 becqueréis por litro, superando em três vezes o limite determinado para a água potável.

Além disso, a Tepco indicou que suspeita de um segundo transbordamento, não quantificado, em outra área de reservatório. O nível de radioatividade medido neste local foi um pouco inferior, segundo a companhia.

Durante as operações da água da chuva, gotas foram detectadas por um operário na parte superior de um reservatório em outra área. Inspeções estão sendo feitas no local, indicou a Tepco por e-mail.

Na terça-feira, quatro toneladas de água radioativa foram vertidas acidentalmente no solo enquanto trabalhadores a bombeavam para colocá-la em um reservatório vazio com capacidade para 12 toneladas. (Fonte: Terra)

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Quatro toneladas de água radioativa vazaram para solo em Fukushima

A empresa que administra a central nuclear japonesa de Fukushima anunciou nesta terça-feira (1º) que quatro toneladas de água radioativa foram vertidas acidentalmente no solo do complexo durante operações de limpeza.

O incidente aconteceu quando os trabalhadores bombeavam a água da chuva de um canal para levá-la a um depósito vazio com capacidade para 12 toneladas, segundo a Tokyo Electric Power (Tepco).

‘Esta tarefa começou às 10h38 (22h38 de Brasília), mas pouco depois de uma hora, às 11h50, os trabalhadores perceberam que a água transbordava pela abertura superior do depósito’, explicou à AFP um porta-voz.

A Tepco calculou em quatro toneladas a quantidade de água que atingiu o solo, mas sem poder precisar o nível de contaminação.

‘A água em questão era originalmente água de chuva, mas como estava na área da central, poderia conter matérias radioativas’, disse o porta-voz.

A central de Fukushima Daiichi, devastada pelo tsunami de março de 2011, abriga água radioativa armazenada em mil depósitos ou acumulada no subsolo.

A Tepco luta há dois anos contra este líquido. A quantidade aumenta diariamente e parte chega ao Oceano Pacífico. (Fonte: G1)

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Primeiro estudo do ar de Fukushima confirma altos níveis de radiação

A Agência da Energia Atômica do Japão (JAEA, na sigla em inglês) completou o primeiro estudo detalhado de contaminação do ar nos arredores da usina nuclear de Fukushima e confirmou altos níveis de radiação, informou nesta terça-feira (24) o jornal “Asahi Shimbun”.

O órgão público, encarregado de pesquisar e promover a energia atômica, conseguiu fazer uma medição da área mais próxima à central nuclear, em um raio de 3 km em torno dela, através do o uso de um helicóptero com controle remoto, no fim do ano passado.

Até agora, não era possível analisar a radiação aérea nesse setor, devido à proximidade dos reatores danificados pelo tsunami de 11 de março de 2011. Graças ao helicóptero não tripulado, a JAEA detectou mais de 19 microsieverts (unidade de medida usada para avaliar efeitos da radiação) por hora a 1 metro acima o solo nas áreas imediatamente ao sul e a oeste da usina, segundo os dados recém-divulgados.

Apesar de as leituras na direção noroeste terem sido menores (entre 9,5 e 19 microsieverts por hora), a instituição destacou que, mesmo assim, os níveis também estão relativamente altos. A JAEA divulgou ainda a radiação medida, em dezembro do ano passado, de 10 mil pontos diferentes dentro de uma área de 80 km ao redor da usina, situada a cerca de 220 km da capital, Tóquio.

O resultado mostra que o volume de radiação nessa área caiu 36% em relação aos dados obtidos pela primeira vez em junho de 2011, três meses após o acidente nuclear. A JAEA explicou que essa queda se deve principalmente à diminuição dos níveis de césio-134, isótopo que tem uma vida média de dois anos e que também foi “varrido” por sucessivas chuvas.

Apesar disso, em 60% da área foram detectados níveis de 1 millisievert por ano (quantidade máxima recomendada pela Comissão Internacional de Proteção Radiológica) ou mais. Em todo caso, a quantidade de radiação em casas e prédios caiu 35% em relação a junho de 2011, e nas vias que atravessam zonas de florestas (onde os materiais radioativos tendem a se acumular) a queda foi de 44%, graças aos trabalhos de descontaminação.

O desastre na central de Fukushima forçou o deslocamento de 52 mil pessoas que viviam em torno da usina e afetou a pesca, a agricultura e a pecuária locais. (Fonte: G1)

Enquanto isso… Angra continua a todo vapor (radiativo)…

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Vapor desconhecido começa a vazar de reator em usina de Fukushima

Técnicos da central nuclear de Fukushima detectaram uma nova fuga de vapor, de causa desconhecida, sobre o reator 3, cujo prédio foi danificado em março de 2011 por uma explosão de hidrogênio, informou nesta sexta-feira (13) a companhia Tokyo Electric Power (Tepco).

O vapor foi observado pela primeira vez no dia 18 de julho passado, mas se dissipou e voltou a aparecer várias vezes até o dia 7 de agosto.

Mas na manhã desta sexta-feira, o vapor voltou a ser observado, às 8h local, 20h de Brasília, por uma câmera de monitoramento, revelou a Tepco, operadora do complexo nuclear atingido pelo tsunami de 11 de março de 2011.

O resfriamento da piscina e do reator prosseguem de forma estável, do mesmo modo que a introdução de nitrogênio, revela um e-mail da Tepco, acrescentando que não há mudança nos níveis de radiação na zona.

Apesar das afirmações do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, de que ‘a situação está sob controle’, diversos incidentes seguem ocorrendo no complexo de Fukushima.

Segundo o vice-presidente da Tepco, Zengo Aizawa, a central nuclear ‘ainda vive um estado de hospital de campo de batalha’. (Fonte: G1)

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Água radioativa pode estar vazando para o Pacífico a partir de Fukushima

A empresa administradora da central nuclear de Fukushima anunciou nesta quinta-feira (12) que detectou substâncias radioativas em uma vala de drenagem diretamente conectada ao Oceano Pacífico.

Em amostras coletadas na quarta-feira nesse fosso, a 150 metros da margem, foi encontrado um conteúdo radioativo de 220 becquerels por litro, disse a Tokyo Electric Power (Tepco).

Esse nível é muito mais alto que o das amostras coletadas na terça-feira no mesmo local.

A Tepco suspeita que a água tenha vazado entre os sacos de areia colocados para evitar que a água contaminada chegasse ao Oceano Pacífico.

No sábado, o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, havia dito que a situação estava sob controle, ao apresentar em Buenos Aires a candidatura de Tóquio para sede dos Jogos Olímpicos. (Fonte: G1)

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